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sexta-feira, 20 de julho de 2018

PENSAMENTOS - MORA ALVES


A arte do saber consiste em adquirir e dividir conhecimentos”



Não são as pessoas que nos decepcionam e sim as nossas
 expectativas”



Entre um segundo e outro o ponteiro do relógio insiste em me 
avisar que o tempo não pode parar”



Acredite nas oportunidades, na verdade elas são anjos que nos 
guiam e abrem novos caminhos.

Não sou nem uma coisa nem outra, sou eu mesma.



Se no tempo de colher ainda não estiveres preparado, repara na tua
 plantação, foram as ervas daninha que se espalharam no teu 
quintal.

Um mundo de união só será possível se estiveres em paz com o teu
 coração. Se queres um mundo melhor, não esqueça de que a
 mudança depende de cada um de nós.


DESPEDIDA



Despedida

Nunca pensei que um dia

O seu sorriso

Se apagaria, você era a

Luz que iluminava os dias

Inspiração e poesia

Mas agora num mundo distante

De certo teu sorriso

Ainda será uma estrela que brilha.



PAZ



Paz

A paz se faz notar
Onde o silêncio é respeitado
Onde as diferenças são esquecidas.
A paz se faz notar onde
Amar é saber se colocar
Na dor e na alegria de cada um
A paz se faz notar
Quando aprendemos que amar

É somar e dividir.

terça-feira, 19 de abril de 2016

O Macaco Peteleco Castelo Hanssen

O macaco Peteleco

O macaco Peteleco queria ser o rei dos animais. Estava cansado do longo reinado do Leão, que sempre queria para si a parte leonina. Estava cansado do poder dos tigres, onças, jacarés, hienas e chacais, sempre a abusar dos bichos de menor porte, que viviam apavorados. Saiu de galho em galho, exortando-os a reagir, com o slogan “bichos pequenos unidos jamais serão vencidos”.
Logo se tornou muito popular. Paca, tatu, cotia também, cuitelinho, garça branca e borboletas se entusiasmaram com a possibilidade de mudar a ordem das coisas. Suas ideias foram cantadas em prosa e verso por todas as aves canoras. Mas não conseguia tomar o poder, os predadores não deixavam.
Um dia Peteleco teve a ideia de se aliar ao elefante e ao rinoceronte. Eles também são animais de grande porte, e, embora herbívoros, viviam abusando da força. Mas Peteleco prometeu dar-lhes coquinho, folhas e frutas das árvores mais altas, que eles não alcançavam, nem o elefante com sua tromba. E acabaram tomando o poder.
No começo tudo foi uma maravilha. Os bichos pequenos não se livraram dos predadores, mas se encheram de confiança, e se sentiram mais seguros.
Acontece que o apetite do elefante e do rinoceronte não tem limite. Quanto mais comiam, mais queriam comer. As folhas e frutas foram desaparecendo, e todos começaram a sentir a crise. Principalmente quando ele delegou poderes à Arara Vermelha, ave de linda plumagem e voz estridente, mas que não diz coisa com coisa. E em breve todos queriam derrubar Peteleco e Arara Vermelha de seus galhos. Para piorar, o elefante e o rinoceronte também passaram a ataca-los. Esses bichos fortes tem poder para isso.

Moral: Essa fábula não tem moral.

domingo, 3 de abril de 2016

sexta-feira, 11 de março de 2016

"Partindo da ideia de que nossa subjetividade não nos será dada, penso que há somente uma implicação prática: temos que criar a nós mesmos como uma obra de arte."

"O que me surpreende, em nossa sociedade, é que a arte se relacione apenas com objetos e não com indivíduos ou a vida; e que também seja [...] um domínio de peritos, que são os artistas.

Mas a vida de todo indivíduo não poderia ser uma obra de arte? Por que uma mesa ou uma casa são obras de arte, mas nossas vidas não?"

Filósofo
Michel Foucault; Poitiers, 15 de outubro de 1926 — Paris, 25 de junho de 1984 foi um filósofo, historiador das ideias, teórico social, filólogo e crítico literário.