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terça-feira, 20 de dezembro de 2011


Meu Pai
Que neste Natal as flores
Encantem ainda mais com
Toda sua beleza e simplicidade

Que a árvore que simboliza
A vida e a esperança
Multiplique seus frutos
Durante o ano que se inicia

Que os sinos de Belém
Anunciem uma nova oportunidade
De apagar velhas mágoas e
De alegrar corações sofridos

Que o bom velhinho com suas cores
Ilumine o caminho dos nossos pequeninos
E que espírito natalino contagie
À todos na certeza de um mundo melhor

Mora Alves
12/2011

domingo, 4 de dezembro de 2011


Quisera

Quisera eu que no mundo
Não houvesse tanta distinção
Que o amor fosse uma eterna
Superação
Onde as diferenças fossem
A solução
Quisera eu que no natal
A festa fosse celebrada
Dentro de cada coração
Não havendo mais tantas
Divisões e num momento
De fé e oração fosse
Cantada a mais linda das canções
Onde o verdadeiro amor
Fosse a única religião.

Mora Alves
12/2011

sexta-feira, 25 de novembro de 2011


Um conto de Natal


Cibele tinha certeza de que um dia aquele bom velhinho de barbas brancas iria visitá-la, e quando este dia chegasse, seria seu dia mais feliz.
Já sua mãe havia perdido o encanto e a magia daquela data tão especial, procurava não acreditar mais em nada e tampouco se importar com o que as pessoas diziam sobre aquela data. Muitas vezes ela chegou a duvidar da bondade de cada um e até onde tudo aquilo era verdade, pois sentia no ar uma alegria e uma cordialidade muitas vezes até fora do normal. Ela notava que durante aquele período as pessoas procuravam não fazer diferença entre umas e outras e todos eram respeitados e tratados de igual pra igual. As pessoas pareciam se sentirem tocadas pela dura realidade que encontravam nas ruas, se sensibilizavam com as crianças que não tinham um lar, com os pais desempregados e também com as famílias que muitas vezes não tinham nem o que comer. Havia uma certa compaixão, e as pessoas realmente procuravam se colocar no lugar uma das outras. “Aquela data deveria ser vivida todos os dias e não somente uma vez ao ano” – pensava a mãe enquanto se dirigia para aquele hospital. Quando lá chegou, Cibele estava dormindo, e sobre a mesinha havia um bilhete, sim era uma cartinha que a pobre menina escrevera para o seu velho amigo.
A mãe tentou ser forte e não chorar, pois sabia que naquela noite, muitas famílias receberiam a visita do bom velhinho, mas para sua filha era quase impossível que seu sonho se tornasse realidade.
Silenciosamente a mãe se sentou na poltrona ao lado da pequena Cibele e orou, pediu para que uma graça fosse alcançada, e que aquela febre baixasse para que a menina pudesse voltar para casa e brincar com os irmãos mais novos, ficou ali em oração não se sabe quanto tempo.
Foi quando um clarão se formou dentro quarto e de repente ela ouviu um sino anunciando que era meia noite. Cibele acordou ao som de gargalhadas que se espalhavam pelo quarto, era o seu tão esperado velho amigo que a saudava com um doce beijo. Ela não sabia se chorava ou se sorria, e com a voz emocionada disse ao bom velhinho:
- Finalmente você apareceu, eu sabia que você viria nesta noite!
Os dois brincaram e conversaram a noite inteira, ele fez questão de lhe contar histórias e de lhe agradar com doces e balas.
A mãe assistia a tudo, comovida demais para dizer qualquer palavra, simplesmente o abraçou e agradeceu pela noite maravilhosa. E como há muito tempo não acontecia, se sentiu envolvida pelo espírito natalino, sabia que a sua filha naquele momento fora abençoada e que Deus tinha ouvido suas preces.
De repente ela acordou sobressaltada com o barulho da porta se abrindo, já era de manhã e a filha também acordou, estava mais corada do que na noite anterior, quando ela olhou para o lado, viu que tinha um sino em cima da mesinha e misteriosamente a carta havia desaparecido. Foi então que o médico do plantão avisou que a pequena Cibele estava de alta.
As duas foram embora felizes, a menina contou para mãe o sonho que tivera e jurava que o Papai Noel havia lhe visitado. A mãe ouviu tudo em silêncio e guardou consigo o sonho que também tivera. Descobriu naquele momento o motivo daquela data ser um dia tão especial, era simplesmente a magia e a esperança de um mundo melhor, e a mensagem que ficou gravada em seu coração foi de que nunca se deve desistir de um sonho, por mais impossível que possa parecer, pois sonhar é viver!

Mora Alves - 12/2011
www.moraalves.com

quinta-feira, 24 de novembro de 2011


DESEJO PARA VOCÊ HOJE QUE.....

"Que Deus esteja na tua frente
Para mostrar o caminho certo...
Esteja ao teu lado,
Para te abraçar e proteger...
Esteja atrás de ti,
Para te salvar de pessoas falsas...
Esteja debaixo de ti,
Para te amparar quando caíres
E para te tirar das armardilhas...
Esteja dentro de ti,
Para te consolar quando estiveres triste...
Esteja ao redor de ti,
Para te defender quando os outros
te atacarem...
Esteja sobre ti,
Para te abençoar sempre...


Buda

domingo, 13 de novembro de 2011


Estou deixando você, desistindo do teu amor. Estou te libertando das amarras do meu coração. Vou esquecer que você existiu um dia, que passou pela minha vida. Vou apagar as tuas lembranças, te tirar do meu pensamento. Esquecerei tudo o que um dia nós vivemos, nossos sonhos, nossos planos, e, até o que um dia nós chamamos de felicidade. Estou deixando você, mas também estou deixando de mim.
Mas é por amor que eu te deixo. É por te amar demais e querer te ver feliz, sem mim, sem minha presença. Tudo isso dói, machuca e me destrói. Mesmo assim vou te deixar, vou me afastar, pra não te ver, pra não sofrer. Levo comigo a certeza de que você me ama, me deseja, sonha comigo e acorda pensando em mim. Talvez um dia, quando a incerteza e a duvida do teu amor não mais existir, aí sim, talvez eu volte, com a certeza dos nossos sonhos, dos nossos planos e do nosso amor. Mas por enquanto eu vou embora. Renunciar é difícil demais, porque eu te adoro, porque eu te quero, porque eu te amo.

Ricardo de Araujo Moreira

domingo, 30 de outubro de 2011

O Despertar do Amor







O Despertar do Amor


Quando saiu de casa naquela manhã, ainda não passava das oito. Ela sentiu os raios de sol lentamente penetrando em seus poros, trazendo para seu espírito uma sensação agradável de felicidade, então respirou fundo e contemplou a natureza.
Enquanto caminhava pelas ruas, observou os pássaros que cantavam, era uma melodia muito suave e confortante para seus ouvidos.
Ao caminhar tinha a impressão de que todos traziam em seus olhares uma expressão de alegria, o mundo parecia sorrir à sua volta.
Observava ela cada detalhe daquele dia maravilhoso. Notava a beleza das flores, em suas diversas cores, pareciam até uma obra prima esculpida pela natureza, sem falar do verde das árvores e das copas que balançavam com o roçar do vento. Havia também um contraste maravilhoso daquele céu de brigadeiro, com o verde do mar. Tudo aquilo que estava ali a sua frente, era um presente de Deus, sim ela fora abençoada ao morar num lugar como aquele, crescera naquele bairro de pessoas simples e pacatas, todas as famílias dali, eram de pescadores, inclusive a dela.
Como tudo era tão simples e tão perfeito, refletia ela. Mais uma vez sentiu seu coração se alegrar de algo que nem mesmo ela saberia explicar. Era uma alegria imensa, olhou tudo ao seu redor com tanta ternura, que parecia até que a qualquer momento, seus pés iriam flutuar, alcançar as nuvens, feito bolinhas de sabão, de tão leve que sentia seu corpo, era uma paz que lhe invadia a alma. Riu de si mesma e continuou no seu caminhar, não tinha pressa em chegar, parecia até que ia a lugar algum, era livre, tinha um mundo inteiro para sonhar.
A calmaria do mar que refletia em seu olhar, por um instante a fez parar e pensar naquele momento divino. Se pudesse alcançaria o céu, e nas noites de luar brincaria de contar estrelas.
Durante o trajeto, encontrou crianças que passeavam de bicicleta pelo calçadão e também um casal de velhinhos que a saudaram com um sorriso nos lábios, ela retribuiu aquele gesto com muita alegria.
Percebeu então a menina, que simplesmente tudo aquilo que estava vendo e sentindo a sua volta, era simplesmente um reflexo do seu interior. E como num estalo, se deu conta de que estava apaixonada, o cupido tinha flechado seu coração e com um alvo certeiro havia transformado toda sua vida em poesia.

Histórias que o povo conta

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

quinta-feira, 20 de outubro de 2011


"Se um dia você tiver que escolher entre o mundo e o amor, lembre-se:
Se escolher o mundo ficará sem amor, mas se você escolher o amor,com ele
conquistará o mundo".
Albert Einstein

quarta-feira, 12 de outubro de 2011



As estações



Faltavam poucos dias para chegada da primavera, quando a menina nasceu. O pai, seu Jerônimo não se conteve, ao pegar aquela criança tão pequena nos braços, chorou de emoção. Afinal ali estava o fruto do mais puro e verdadeiro amor por sua querida Joana.
Como se aproximava a primavera, os pais resolveram colocar o nome da filha de Rosa. Sim o nome seria Rosa, em homenagem a mais bela de todas as flores.
A família não tinha muito poder aquisitivo, trabalhavam muito para sustento daquele lar. Mas o que não faltava ali, era amor. Rosa cresceu cercada do amor e carinho dos pais. E o tempo ia passando, a cada primavera, ela se tornava mais bela. Jerônimo sempre a alertava para tomar cuidado, pois ele não iria criar a filha dele para depois entregar na mão de qualquer um, isso não.
Rosa possuía além de sua beleza, uma maturidade como poucas para seus dezessete anos, era muito responsável e atenciosa com seus pais, ela era filha única.
E foi numa destas idas e vindas para escola, que um dia por acaso ela conheceu, Daniel. Foi amor à primeira vista, quando seus olhos se encontraram, foi como se um mundo novo se descortinasse em sua frente. Ele era bem mais velho que Rosa, e trabalhava próximo da escola que ela estudava. Ele também se encantou com o jeito meigo dela, então as conversas e os encontros passaram a ser frequentes, e não demorou muito e os dois já estavam namorando. Quem não gostou muito foi Jerônimo, porém Joana o convenceu, disse que não havia mal nenhum em a filha querer namorar, achava até natural. Então o pai aceitou, com muito custo, mas aceitou, pois havia algo em Daniel, que o pai de Rosa não gostava. Apesar do rapaz dizer que a amava, seus atos não demonstravam a mesma coisa, ele chegava a ser cruel com a namorada, devido seu ciúmes exagerado. Algumas vezes o pai presenciou os dois discutindo e Daniel a empurrando, para ele era muito triste ver sua doce Rosa apaixonada por homem como aquele. Porém ela estava tão envolvida que não aceitava palpites em seu relacionamento, pois já estava decidida, Daniel era o homem da sua vida, “quem sabe com o casamento ele se tornaria uma pessoa melhor?” – pensava ela.
Triste engano, com o casamento as coisas só pioraram, ele passou agredi-la por qualquer motivo, tudo que havia de belo e doce na vida de Rosa, tornou-se feio e triste, já não encontrava mais motivos para sorrir. Ela sempre se lembrava das palavras do pai, porém tinha esperanças de que seu amor fizesse com que Daniel mudasse e passasse a olhá-la com outros olhos. Mas como isso nunca aconteceu, e depois de tantas decepções, ela decidiciu partir, pois não iria deixar de ser feliz por alguém que não conhecia o significado da palavra amor e respeito. Foi uma decisão difícil, porém ela sabia que a mudança teria que partir dela, somente dela. Ele ainda tentou fazer com que ela mudasse de idéia, mas Rosa foi firme em sua decisão, não se deixaria mais enganar por falsas promessas. Pois foi durante aquele período de afastamento que se redescobriu, e viu brotar em seu ser uma nova Rosa, talvez aquela que havia se perdido em alguma primavera. Em seu coração as flores voltaram á florir, sabia que haveria os espinhos, e que em alguns momentos teria que enfrentar as mudanças das estações, porém em seu ser habitava um novo ser, capaz de superar as intempéries da vida de cabeça erguida e com a certeza de que havia feito a maior de todas as descobertas, pois descobrira que ela mesma deveria cuidar do seu jardim, não esperando que a felicidade dependesse do amor de alguém.

Histórias que o povo conta
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Ser criança


É um momento mágico, dormir e acordar criança,
Correr de pés descalços e rodopiar no meio da chuva,
embalar os sonhos numa canção de ninar,
sem jamais duvidar, apenas sonhar.
As ideias se multiplicam e se simplificam
Complicado para nós é viver, para as crianças
A vida é um eterno sonho encantado.

Que a criança que existe dentro de cada
um de nós, não se perca jamais.
Que os sonhos
Continuem a alimentar nossos dias
Trazendo uma nova esperança, multiplicando e
se renovando a cada dia.


Mora Alves
12/10/2011

sexta-feira, 30 de setembro de 2011


Case-se com alguém que gosta de conversar
Por que quando o tempo for seu inimigo,
E as linhas de expressão dominarem sua face
E se a vitalidade não for como você gostaria
Tudo que restará será bons momentos de conversa
Com alguém que viveu com você muitas histórias
Que segurou a sua mãos inumeraveis vezes
Que lhe abraçou quando sabia que presisava
E que lhe falou a palavra no tempo certo.
Vai se lembrar ao longo da vida
De momentos felizes, engraçados, apaixonados
E vocês ainda vão rir muito juntos.
Então lembre-se que a beleza passa, pois é vã
Mas o carinho , o respeito, o conhecimento
Este aumenta a cada dia.
Então case-se com alguém...
Com quem realmente gosta de conversar...

Autor desconhecido

quarta-feira, 28 de setembro de 2011


Solidão é a distância
que o separa de você mesmo
e não a distância
que o separa dos outros.

Luiz Gasparetto

domingo, 18 de setembro de 2011

Tudo é como é, e é perfeito. Se não é perfeito aos nossos olhos, é perfeito aos olhos de Deus!

domingo, 28 de agosto de 2011


O galã do cemitério



Foi uma notícia terrível, de cortar o coração. O querido Zé, que trabalhou anos e anos naquela empresa, de uma hora para outra, bateu com as botas. Deixou o velho e amigo camarada, o Severino, um sujeito baixinho, cabelos grisalhos, solteirão convicto, metido a galã. Andava sempre com um pente no bolso da camisa. O tal objeto era um acessório indispensável, pois tinha pavor de que seus cabelos ficassem em desalinho, e se de repente pintasse um broto? Não, ele não podia descuidar.
Quando recebeu a notícia da morte do amigo, foi como se um raio caísse em sua cabeça, até pensou em se jogar de um viaduto, tamanha foi a sua dor, porém se conteve “a vida continua.” – pensou.
E naquela manhã de um calor insuportável, ele foi para casa e escolheu o melhor terno, usou uma loção de uma fragrância muito forte, queria ficar bem perfumado. O amigo que desculpasse, mas mesmo sendo numa ocasião como aquela, não podia descuidar da aparência, afinal e se de repente aparecesse o grande amor de sua vida? - dizia ele com seus botões, enquanto se ajeitava no espelho.
Com muito pesar se dirigiu para o velório do amigo. Quando lá chegou, rapidamente passou o olhar pelo recinto, como um gavião procurando sua presa, no entanto só encontrou os amigos da empresa e o velho amigo ali estendido. A comoção era geral, todos gostavam demais do Zé.
Depois que fizeram a última homenagem, todos se dirigiram para o local do sepultamento, Severino ia cabisbaixo, amparado por alguns amigos, para ele era um momento muito difícil de aceitar. E antes do corpo descer a sepultura, um último adeus, todos poderiam jogar um punhado de terra na cova rasa.
O amigo como que num ritual, antes de executar o pequeno gesto, mais do que depressa pegou seu pente e arrumou os cabelos, e só então depois, pegou o punhado de terra, porém o que ele nem imaginava que poderia acontecer, acabou acontecendo. Ao arremessar a terra seu corpo foi junto e ele caiu dentro da cova. Severino ficou tão apavorado que começou a gritar por socorro e a dizer que era muito jovem ainda, e que não queria morrer antes de encontrar seu grande amor. Os amigos mais do que depressa o tiraram dali, ele estava pálido, tremia feito vara verde e ainda por cima gritava de dor, pois havia fraturado a clavícula. E para seu desespero todos caíram numa tremenda gargalhada, afinal, não tinha como não rir daquela cena tão pitoresca. Logo após o enterro, Severino foi socorrido num hospital próximo dali, teve que ficar seis meses afastado do trabalho, porém o acontecimento já tinha se tornado motivo de piada na empresa.
Mas enfim a vida tinha que seguir seu rumo, quando ele voltou ao trabalho, ainda um tanto sem graça pelo vexame daquele dia, foi recebido por todos como o galã do cemitério.

Mora Alves

Histórias que o povo conta
www.moraalves.com

sexta-feira, 17 de junho de 2011


Canção da América


Amigo é coisa pra se guardar
Debaixo de sete chaves
Dentro do coração
Assim falava a canção
Que na América ouvi
Mas quem cantava chorou
Ao ver seu amigo partir
E quem ficou, no pensamento voou
Com seu canto que o outro lembrou
E quem voou, no pensamento ficou
Com a lembrança que o outro cantou
Amigo é coisa pra se guardar
No lado esquerdo do peito
Mesmo que o tempo e a distância digam não
Mesmo esquecendo a canção
E o que importa é ouvir
A voz que vem do coração
Pois seja o que vier
Venha o que vier
Qualquer dia, amigo
Eu volto, pra te encontrar
Qualquer dia, amigo
A gente vai se encontrar

Autor: (Milton Nascimento, Fernando Brant )

terça-feira, 31 de maio de 2011

Reflexão Madre Teresa de Calcutá






O MELHOR DE VOCÊ
Madre Teresa de Calcutá



Dê sempre o melhor

E o melhor virá...

Às vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas...

Perdoe-as assim mesmo.

Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta e interesseiro...

Seja gentil assim mesmo.

Se você é um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros...

Vença assim mesmo.

Se você é honesto e franco, as pessoas podem enganá-lo...

Seja honesto e franco assim mesmo.

O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra...

Construa assim mesmo.

Se você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir inveja...

Seja feliz assim mesmo.

O bem que você faz hoje pode ser esquecido amanhã...

Faça o bem assim mesmo.

Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante...

Dê o melhor de você assim mesmo.

E veja você que, no final das contas...

É entre VOCÊ e DEUS...

Nunca foi entre você e eles!

sexta-feira, 6 de maio de 2011




Quando foi que o amor terminou?

Foi quando a porta se fechou?
Foi quando o espelho que
Refletia a tua imagem se quebrou.
Ou foi quando o riso se calou.
Será que foi quando
O sinal se fechou?
E o tempo passou,
Passou assim sem dizer nada.
Passou deixando um pouco de ti
Na madrugada, no silêncio
Dos que adormecem.

Mora Alves

domingo, 24 de abril de 2011

Impunidade


Dias claros de doer na pele, trazem intervalos verdes, amoras, girassóis, areia macia, agudezas, sobressaltos. Cantarolo uma letra qualquer. Qualquer uma serve enquanto os gestos se acomodam pelos espaços. Felicidade indolente, quer se espalhar feito pano de seda numa prateleira. Água de fonte, jardim, bando de aves perdido na imensidão barulhenta da alegria. Sorrio, impune dessa felicidade.

Cissa de Oliveira

domingo, 20 de março de 2011

Congratulações

Oi amiga,
gostei mto do seu blog, congratulo vc e a sua força de expressão que está sempre a procura de mostrar ao mundo a que veio.
Vc é uma excelente artista em todos os sentidos e uma pessoa mto sensível e boníssima, fico mto feliz em poder compartilhar da sua amizade.
Desejo que Deus derrame sempre sobre sua vida inúmeras bençãos, pois vc merece só coisas boas, mas infelizmente como estamos nesse mundo pra aprender isso nem sempre acontece, ainda assim peço sempre que sua estrada seja repleta de luz e coroada de flores.
Mtos Bjs.

sábado, 5 de março de 2011


Uma Mulher de verdade

Enfrenta o mundo com coragem e determinação
Consegue resolver várias coisas de uma só vez
Sabe amar e ser amada
Defende aqueles que ama com raça e coragem
Uma mulher de verdade não espera meias verdades
Sabe ser meiga e delicada, porém não a provoque
Uma mulher de verdade
É feita de emoção, mas não brinca
Com a razão.
Sabe discernir o certo do errado
Uma mulher de verdade
Sabe ser mãe, irmã, esposa e amiga
Não importa as dificuldades
Cultiva o amor e mesmo que o momento
Lhe traga alguma dor, sabe ser perseverante
E acredita na palavra FELICIDADE.

Mora Alves
08/03/2011

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011


É a busca do entendimento que dá sentido à todas as coisas deste mundo.
Mora Alves

Eclesiastés 3
1 Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
2 Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
3 Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
4 Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
5 Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
6 Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
7 Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
8 Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
9 Que proveito tem o trabalhador naquilo em que trabalha?
10 Tenho visto o trabalho que Deus deu aos filhos dos homens, para com ele os exercitar.
11 Tudo fez formoso em seu tempo; também pós o mundo no coraçäo do homem, sem que este possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até ao fim.
12 Já tenho entendido que näo há coisa melhor para eles do que alegrar-se e fazer bem na sua vida;
13 E também que todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho; isto é um dom de Deus.
14 Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante dele.
15 O que é, já foi; e o que há de ser, também já foi; e Deus pede conta do que passou.
16 Vi mais debaixo do sol que no lugar do juízo havia impiedade, e no lugar da justiça havia iniqüidade.
17 Eu disse no meu coraçäo: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo o propósito e para toda a obra.
18 Disse eu no meu coraçäo, quanto a condiçäo dos filhos dos homens, que Deus os provaria, para que assim pudessem ver que säo em si mesmos como os animais.
19 Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais, e lhes sucede a mesma coisa; como morre um, assim morre o outro; e todos têm o mesmo fólego, e a vantagem dos homens sobre os animais näo é nenhuma, porque todos säo vaidade.
20 Todos väo para um lugar; todos foram feitos do pó, e todos voltaräo ao pó.
21 Quem sabe que o fólego do homem vai para cima, e que o fólego dos animais vai para baixo da terra?
22 Assim que tenho visto que näo há coisa melhor do que alegrar-se o homem nas suas obras, porque essa é a sua porçäo; pois quem o fará voltar para ver o que será depois dele?